É um
ponto de partida que a World Cruising Club usa na travessia do Atlântico, de Este
para Oeste. Existem duas modalidades: a chamada ARC, que vai directamente para
Sta. Lucia nas Caraíbas e a ARC+, que vai para o mesmo destino, mas via Cabo
Verde. A nossa opção, como não podia deixar de ser, é pelo Mindelo.
Se
no primeiro caso existem mais de 300 barcos inscritos, no nosso grupo seremos
cerca de 60.
Em
Sta. Lucia, a grande maioria ficará a vaguear pelas ilhas caribenhas e uma
pequena parte (uns 30 a 40) seguirá para a volta ao mundo. Nós vamos nesta!
Com
tantos barcos aqui nas Canárias, o número de nacionalidades é impressionante.
O
nosso barco está entalado entre um australiano e um belga. À popa, um alemão.
Um pouco mais ao lado, um polaco e um norte-americano. Franceses, suecos,
irlandeses, ingleses, italianos, canadianos, uma incontável disparidade de
línguas. Até da Suíça, um país do interior na Europa, sem acesso ao mar e com uma
marinha mercante bem maior que a nossa.Espanhóis não vale a pena referir, estão em casa e em maioria.
Portugueses, somos só nós. O Magelanus é também de portugueses, mas vai disfarçado de belga. Podíamos e devíamos ser mais, mas já somos alguns.
Cabe-nos
a grande responsabilidade de representar as tradições dos nossos antepassados.
E com muito orgulho, pois fomos nós que abrimos estes mares ao mundo.
Zé Pedro
ResponderEliminarEstá aí um barco com registo USA que se chama Maravilha e o armador tem um nome bem Tuga : Victor Pinheiro.
Será também Português ?
João,
ResponderEliminarvou indagar e depois digo alguma coisa.
Está por cá também um catamaran de nome Manuela com registo no Funchal. É de um português, holandês de nascimento.
Poucos mas bons!
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